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Princesa de rua

Autora:: Fernanda Mello

Gênero:: Crõnicas/Poesias

ISBN: 978-85-62611-00-1

Prazo de Entrega: Imediato

Era uma vez, uma adolescente tímida que escrevia textos sobre os seus sentimentos mais profundos.

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“Eu não me apaixono por pessoas. Eu me apaixono por frases. Me alimento de palavras. Verdades, incertezas, medos, doçuras e pequenas mentiras.” (MELLO, 2009, p.152)
 
O leitor encontra um aviso na contracapa do livro “Princesa de Rua” da escritora Fernanda Mello antes mesmo que ele se atreva a iniciar a leitura. “Quer me adorar? A escolha é sua meu amigo, vá em frente!” É um aviso importante, pois escolhendo dar início à leitura, acredite, você vai adorar. Ao final da primeira página, uma pergunta: “O que será que eu reservei para mim?” Impossível prever. E então o leitor arrisca ir a diante e no momento em que lê mais um texto, está perdido.
 
A leitura de “Princesa de Rua” gera certa contradição. A partir do momento em que você começa ler, não quer largar, mas ao mesmo tempo quer ler bem devagarzinho na esperança de que a leitura dure para sempre. Entre crônicas e poemas, Fernanda Mello nos faz sentir. Nas entrelinhas nos identificamos, sorrimos e nos emocionamos. Às vezes um texto e um sentimento, um de cada vez. Outras vezes tudo ao mesmo tempo em um encontro explosivo de emoções. A meu ver, em essência a princesa de rua é assim mesmo: uma mulher cheia de contradições e encantos. Forte, mas sonhadora. Romântica, mas realista. Que quer ser simples, quando tudo ao seu redor parece ser tão complicado.
 
Mas não pense que ao ler “Princesa de Rua” você estará lendo um tratado filosófico sobre a alma humana e toda a sua complexidade. Não, ao contrário. Fernanda Mello faz com que tudo nos soe tão familiar que arrisco dizer que é quase impossível ler “Princesa de Rua” e não pensar, pelo menos em algum momento: “Eu poderia ter escrito isso” ou “Parece que ela me conhece e escreveu isso para mim”.
 
É um texto delicioso que faz o leitor querer repetir a dose. Confesso que li algumas crônicas/poesias tantas vezes que talvez tenha até decorado. Dentre as minhas preferidas estão “all-terno” e “mulher de frases”.
 
Escrevendo em primeira pessoa e usando sempre de palavras simples, Fernanda Mello se revela uma escritora sensível e intensa, capaz de transformar o cotidiano mais banal na mais bela poesia.
 

Princesa de rua: o glamour e a simplicidade de Fernanda Mello

Era uma vez, uma adolescente tímida que escrevia textos sobre os seus sentimentos mais profundos. A cada dia, o número de textos aumentava e todos eles ficavam em um caderno guardado a sete chaves. Já adulta, as histórias continuaram, mas em forma de crônicas e poesias. Um belo dia, o destino colocou em sua vida um cantor e as cartas escritas ao longo do relacionamento se tornaram músicas famosas. Já os textos, um livro direcionado ao público feminino.

Parece um conto de fadas, mas a história é da belo-horizontina Fernanda Mello. A escritora e publicitária começou a escrever no primário e, nessa época, já participava de concursos de redação. Na adolescência, os sentimentos comuns às adolescentes eram expressos em vários cadernos. “Sempre gostei de escrever sobre o que estava sentindo, mas não deixava ninguém ler”, conta. Hoje, Fernanda já escreveu um livro e mantém um blog na internet. Com suas cartas e poesias, tenta passar para os leitores a mistura de seus sentimentos mais íntimos.

Os textos que estavam guardados começaram a ser divulgados somente entre os amigos, em 1996, quando Fernanda começou um relacionamento com Rogério Flausino, vocalista da banda Jota Quest. Na época, os integrantes do grupo musical incentivavam a publicação dos textos, mas ela não estava segura. “Não me sentia à vontade. Se o que eu escrevia fosse divulgado, todos saberiam o que eu estava sentindo”.

No mesmo ano, Rogério fez uma homenagem a Fernanda e transformou uma carta que ele havia escrito para ela na música “Encontrar Alguém”. Quatro anos depois, devido a tanta insistência dos integrantes da banda, os textos da escritora foram apresentados ao público. Mais uma carta, só que agora escrita por Fernanda, foi transformada na música de sucesso “O Que Eu também Não Entendo”.

 

Ao ver as cartas do namoro virar músicas de sucesso, Fernanda passou a compor canções para o Jota Quest. Dessa parceria, surgiram as canções “A Gente”, “Mais Uma Vez”e “Só Hoje”, que falam sobre as alegrias e tristezas de relacionamentos amorosos. O namoro entre eles durou oito anos e, hoje, o que restou foi uma grande amizade e uma bela parceria. “Espero que ainda surjam mais canções”, declara a compositora.

Com toda essa repercussão, Fernanda ficou conhecida no mundo da música. Artistas como Wanessa Camargo e Tianastácia se interessaram pelo trabalho da compositora e gravaram as canções “Coração Apaixonado”eAo meu lado”, respectivamente.

Blog

Com o sucesso das músicas escritas para o Jota Quest, em 2003, Fernanda teve a ideia de publicar todos os seus textos em um blog, que, no início, só podia ser acessado por amigos. Como o público começou a se questionar sobre a identidade da compositora de tantas letras de sucesso, ela decidiu deixar que qualquer pessoa conhecesse seu trabalho, liberando o conteúdo do blog para todos os visitantes.

“Comecei a receber vários e-mails das leitoras do blog, pedindo ajuda para resolver questões amorosas. É legal e, ao mesmo tempo, é muita responsabilidade, pois elas esperam de mim uma opinião para resolver seus problemas”, revela. 

Princesa de Rua

Depois do blog, a intenção era unir todas as crônicas e poesias em um livro. Foi assim que surgiu o “Princesa de Rua”, lançado em 2010. O livro fala de relacionamentos do cotidiano de uma menina-mulher. As fotos representadas por Fernanda foram tiradas nas ruas da capital. “A proposta da obra é trazer a parte contraditória do luxo e do lixo, da simplicidade e da riqueza de uma princesa que vive nas ruas”, explica. Além disso, experiências próprias e de outras pessoas próximas foram relatadas. “Sempre escrevo na primeira pessoa, mas usei experiências alheias para ilustrar a história”.

 


 

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